segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Ao meu avô Antonio Queiroz da Silva


Eis aqui um homem,
Que com hombridade
A sua vida conduziu
Repleta de lutas
Semeadas com integridade

Com a mulher Anésia
Casou-se, dando origem
Há oito filhos
Frutos do amor
Em 55 anos vividos

Homem valente, aguerrido
Batalhas e batalhas travadas
Dantes jamais perdidas
Ate um maldito câncer
Vim a ter conhecido

Mas tua trajetória
Nunca será esquecida
Estará eternizada
Nas lembranças em mente
Dos entes queridos
Tornando-se historia

04 de agosto de 2005
Marca-se nesta data
Eternizando teu descanso
Para longe se vai
Porem jamais será esquecido
Então eterno marido, avô, pai

Em agosto foste descoberto
Ao mundo apresentado
A tua partida significa
Descanso, guerra perdida

Restam-nos lembranças,
Fotos e outros registros
Daquele que foi digno
Homem, marido, pai e avô
Tal guerreiro lutador

Verdade, eis que partiu
Ficará a saudade
De quem não emanou tristeza
Mas sim, semeou alegria
Dentre o meio que viveu
Com a sua família

Honroso homem,
Que aqui está
Exemplo a ser seguido
Caminho em linha reta
Homem honrado e digno
Dentre os seus,
Nunca esquecido

Aos 82 anos de vida
De batalha e lutas
Eis então encerrada
A trajetória seguida
Que na ponta da linha
Silencia a dor sentida
E descansa em paz
Um homem da luta
Antonio Queiroz da Silva
O Antonio guerreiro


* 13/08/1922
+ 04/08/2005


E.S.G.C.
04/08/2005

sábado, 16 de novembro de 2013

Para a morte
pouco da vida se leva
permanece o material
levando consigo
somente o essencial

Com a morte,
só vai a essência do ser
e o conhecimento adquirido
no vivenciar do viver

Com a morte
a carne decompõe
da vida, fica a sorte
de ter vivido

Com a morte
Sabe-se da vida
E desta o vivenciado
Mas não se sabe
O que reserva nesta ida.


E.S.G.C.
16/11/2013

sábado, 6 de abril de 2013

O dia que te esperei!
As horas quais ansiei!
Os momentos que desejei!
Que aqui estivesse tu!
E que tu, nem em minha direção,
se dirigiu e muito menos olhou.
O por-do-sol, ainda espera, estatico,
de um sorriso, a cor amarela.
A noite nos aguarda, com a energia,
de uma agitada criança.
Meus olhos, em olhares, te procuram.
Meus braços, te buscam em abraços.
Meus labios, em beijos, desejam
tocar, onde ainda nao tocou nos teus.
Minhas maos, no sonho do encontro com as tuas.
E o que aconteceu?
Tão de repente, tu desapareceu!
Deixando entao em mim:
o sonho, a vontade e o desejo.
E o tudo, então entristeceu.





E.S.G.C.
06/04/2013

sábado, 24 de novembro de 2012

Soneto ao amigo

Sensível, aparente oposto
aposto que te engana, desatento..
permita-se por um só momento
perceberá um coração disposto.

Sabedoria além do suposto
admirável simpatia e entendimento
o que será que invade teu pensamento?
Emanuel, antítese rustica de bom gosto.

e sua voz que de tão grave intriga
amolecida em versos redime
adora-lo o coração obriga

fidelidade o maior dos seus crimes
terá a mim como eterna amiga
terá a noite nossas conversas sublimes.



Homenagem a meu grande amigo: Emanuel Silva Carvalho.


Ellen Abreu
25/11/2012

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Este nao é meu tempo,
tempo, tempo meu
Meu tempo é,
o tempo de outrora
É o tempo que estar por vir
Mas no viver do agora
passo a passo,
vivo sem demora
Meu tempo!
Meu tempo,
tem que estar,
em perfeita sintonia,
com o tempo teu
Em uma so frequencia,
dois em um, do coração
a cada batida.


E.S.G.C.
22/11/2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Olho para o horizonte
vejo o infinito em distancia
Por um estreito e longo caminho
Dou passos em meio à pedras


Na frieza do sentimento
Qual tento aquecer
Com, da paixão, ô fervor


Passos largos
pressa de lá chegar
E no rosto um sorriso
Vir a estampar


O horizonte distante
quero atingir
e ao meu lado te ver
Oh! Sonhos desejados


Olhar em teus olhos
neles ver o brilho
de um ser contente
olhando do mundo a imensidão
tendo a felicidade
de sonhos realizados



E.S.G.C. 23/07/2012



O amor é:
Nada mais que um ladrão,
entra no ser de repente
pela janela dos olhos
e o coração a roubar




Sutil, malicioso
as vezes faz bem
as vezes tras felicidade
as vezes maltrata
as vezes tras infelicidade


Amor, desamor
Amar, desamar
Amar, amor
Amor, amar


Amar o amor
Amando amar
Na vida a livre idealização
No desejo do sonhar


Amar o simples
na beleza poetica
do olhar ao beijo
no encanto do amor
a amar.


E.S.G.C. 23/07/2012
Ah! O Amor
Sentimento nobre
De imensa beleza
Do mais, avassalador


Um gato a dar passos
Um ladrão a caminhar
Total sutileza
Esta, a dominar


Entra, invadindo
Sem na porta bater
faz o coração palpitar
e as pernas, tremer


As estrelas brilham mais
A lua, fica mais bela
E tudo fica perfeito
Quando se estar com ela.



E.S.G.C.  23/07/2012

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Não trata-se da lua
Mas trás em si
Tamanha beleza
Tamanho encanto

Não trata-se do mar revolto
Mas trás em si
Tamanha grandeza
Tamanha agitação

Trata-se de uma pequena
Uma pequena princesa
Repleta de encanto
Repleta de beleza

Do espanhol, teu nome vem
Tendo como significado, a lua
Beleza e encanto tem

Seu nome é lunar
Agitada, alegre
Como criança deve ser

Não trata-se de um luar
Mas sim, da noite a princesinha
a marca do Jorge
Qual chama-se LUNA



E.S.G.C. 16-11-2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Maldita vida


Ah! alma minha
Alma a sofrer
Lagrimas na escuridão
Dores no silencio

Corpo em stigmas
Marcas herdadas
Corpo e alma
Dolorosa e sofrida
Vida maldita

O corpo grita
Por não mais resistir
A alma chora
O fervor de um sofrer

Ah! Vida maldita
Do rosto tira o sorriso
Dos olhos, o brilho
Do corpo, a energia
Da alma, o viver

Maldita! Maldita!
Matando a essência
Vida dolorida
Alma sofrida
Lagrimas em rios
Esperanças perdidas

Maldição entranhada
Pobre alma a sofrer
Dores e lagrimas
Imensa solidão
De um caminhar só



14/04/2011

Declínio


O desgostar
Na ausência
Dos beijos
Dos lábios teus
Nos lábios meus

O não prazer
Na distancia
Da junção carnal
Do corpo teu
No corpo meu

O não desejo
Que deprime
De ti
Por mim

A não satisfação
No afastamento
Dos olhos teus
Em direção aos olhos meus

O descontentamento
Na frieza
Do teu eu
Em relação ao eu meu

A tristeza
Qual assola
No não querer
Em me querer

A não facilidade
Onde afundo-me
Sem você, ao
Meu lado, mais estar...



10/05/2011

Pensar


Não entendo esta tua fuga
Correndo de mim
Sem mais querer me ver

Não compreendo esta tua distância
Afastando o corpo teu
Do pobre corpo meu

Não aceito esta frieza tua
Apagando a menor chama
Que ainda venha a se acender
Entre eu e você

Não vejo o por quê?
Deste teu pensar
Deste teu agir
Em de mim, vir a se afastar

Não sei o que é pior
Se o não te conhecer
Ou o não mais te ter

Mas este sentimento
Qual por te tenho
Esta a me corroer
E no peito meu a doer


E vivo a pensar
Se, pra mim, seria melhor
Jamais ter te conhecido
Ou jamais ter te perdido




17/06/2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

Capoeira


Lá estás, uma roda de pessoas
Todos uniformizados, calças e camisas brancas


Negros e brancos vadiando com muita alegria
Com movimentos rápidos e golpes implacáveis


Vadiando com uma luta movida a música
Música essa, regida pelo berimbau
Tás aí a maravilha que és a capoeira


E.S.G.C.

sábado, 9 de abril de 2011

A vida é bela


Ah... bela vida
Qual transpira a dor
Exala o sofrer

Oh! Vida ...
Tu és bela!
Dor e sofrer
No rosto a janela
Gotas do mar
Vem a escorrer

Vida! Vida bela
Corpo a doer
Alma a sofrer
Coração a chorar
O féu que estão a degustar

Oh! Bela vida
Em tudo há dor
 Em tudo há sofrimento
Em tempestade e tormento
Além da vida, há o amor?
Verdadeiro, sincero real!
E naturalmente recíproco

A vida! A vida é bela
Desilusões
Dores
Sofrimentos
A vida é bela
Bela vida
Sorria para ela


E.S.G.C. 05/04/2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

A primeira vista



Hei! Você surgiu do nada!
Passando a mexer demais comigo!
Teus olhos, teu olhar
Teus lábios, teus beijos
Teu corpo, teus abraços
Não é cedo, não é tarde
Pra poder dizer:
Adeus ou jamais
Sem medo de se apaixonar
Sem receio de amar
Permita-se ser amada
Permita-se apaixonar-se
Se entregando a este novo amor
Que surgis, que estas a nascer
Permita-se viver e vivenciar
Se permita me amar
Permita-me te amar
Temos muitas semelhanças
Nas passagens de nossas vidas
Em minha vida você surgiu
Mexeu em minha mente
Mexendo em meu coração
E você agora, não me sai do pensamento!
Assim como:
Teus beijos, teus lábios
Teus olhos, teu olhar
Teu corpo, teus abraços
Teus cabelos, teu cheiro
Tens o perfume de rosas
Tens uma beleza encantadora!
Transcendendo a matéria
Na figura da paixão
Eu e você sempre
Na magia de um amor
No fervor da paixão!
Nossos corações juntos
Em uma bela simbiose
De nossos corpos
Você para mim
Eu para você
Só você, para você!
Dois em um só coração
Movido por amor
Movido por paixão
Me ame
Deixe-me te amar!


E.S.G.C.

Povo Nordestino


Eta povo aguerrido
Deste vasto sertão
Gente guerreira
Que é feliz sofrendo
E que sofre sorrindo


Povo nordestino
Que caminha pés no chão
Neste solo rachado
Qual pela seca,
Vem sendo castigado


Vida sofrida
De almas em feridas
Dor nas lagrimas
De castigos sofridos
Ao longo da vida


Em meio a tanto sofrimento
Não se entende a alegria
Deste povo que o corpo sorri
E a alma chora
Em meio ao seu tormento


Povo lutador
De muito brio
Sempre de cabeça erguida
Em batalha ganha
E ate na perdida


Povo nordestino
Cara do Brasil
Jamais desiste de lutar
Não perdendo a honra
Sempre sendo viril


Eta povo guerreiro
Que bravo são
E sempre a lutar
Povo nordestino
Também povo brasileiro.


E.S.G.C.

Dor


Ah! Dor que me assola
Corroi minha alma
Como a ferrugem,
O metal


A dor da saudade
De ver tua pessoa
Ter teu olhar,
Voltado pra mim
novamente


A dor da ânsia
Por de novo ter
Tua pele na minha
E pode te sentir,
em mim


A dor da vontade
De te beijar
Sentir teus lábios,
Nos meus


A dor do desejo
De te tocar,
De te beijar,
De te sentir


A dor da paixão
Na saudade,
Na ânsia,
Na vontade,
No desejo,
De virmos a nos fervermos


A dor do amor
De plantarmos,
Este belo sentimento
De colhermos,
Os frutos desta nossa simbiose
Eterna e plena.


E.S.G.C.

Intenso desejo


Ah!!!


Como queria eu,
Ser uma gota de água!
A deslizar por teu corpo inteiro
Como gotas de orvalho
Escorrendo por completo uma rosa


Deslizando teu corpo,
Teu calor sentindo
Tocando tua pele nua
De forma firme e suave


E a cada passo por ti
Um beijo meu
Tocando teu corpo
Com meus lábios


Desejando
Que jamais termine
Passo a passo,
Numa bela eternidade


Tocar com meus lábios,
Os teus
De forma intensa
De forma ardente


Passear por teus sinus
E sentir a rigidez
Da extremidade deles
Respondendo aos toques meus


Ao chegar na caverna
Estando em ti
Dentro te ti
Sentindo teu ardente calor interno


Desejo a partir daí
Te sentir profundamente
Num desejo intenso
Intenso desjo dessa simbiose
Desta junção destes dois corpos
De forma plena e eterna.


E.S.G.C.

Prisão


Teu olhar me aprisionou
Em uma prisão sem grades
Aquela que vem do coração
Por meio de uma intensa paixão


Tornei-me súdito teu
Escravo deste sentimento
Sonhando todos os dias
De forma intensa
Com o você e o eu


Mais há um desequilíbrio
Nesta balança
Eu estou pra ti
Já você nem ai pra mim


O que há?
O que teve?
Onde esta o acerto?


Agora continuo preso
Ainda sou prisioneiro
Dos meus pensamentos
Das minhas lembranças
Dos meus desejos
Por te completa




O que fazer?
Como agir?
Como reagir?
A este golpe no peito
Atingindo meu coração
De forma fulminante


Alem de dentro de mim!
Por onde andas?
Onde esta você agora?
Pois continuo preso,
Preso em ti,
Sem ti
Nesta amarga prisão
Chamada: paixão – solidão.


E.S.G.C.

Canto


Canto o amor
Na dor da solidão
De um pobre pierrô


Canto paixão
Na dor de não mais te ter
De não mais estar com você


Canto a tristeza
Nos meus olhos
A dor de não te ver


Canto a solidão
Pois sem ti
Murcha a rosa no coração


Canto a paixão
No fervor de nossos corpos
Em química perfeita


Canto o amor
Entre eu e você
De forma intensa


Canto a cantar
Cantarolo esta canção
Canção do amor a intensidade
Canção da paixão o fervor.


E.S.G.C.

O Pierrô e a Colombina



Minha alma
Chora em prantos
A dor no coração
De um pobre pierrô




Ah vida cruel!
Oh mundo injusto!
O que pensar
O que fazer


Pobre pierrô
Morrendo aos poucos
Por um lindo sentimento
O amor, pela Colombina.


Espero que deste carnaval
Não venha a ser o fim
E que do pierrô
Não venha a distanciar-se
A bela Colombina


Onde estar você?
Além de na mente do Pierrô!
Intensamente estar
Oh! Encantadora Colombina


O pierrô chora
Morre o pierrô
Por amor
De amor


O coração deste pobre ser
Qual atende pelo nome de Pierrô!
Bate a cada letra de teu nome
Apaixonante Colombina


Oh! Bela Colombina
Vire-se!
Olhe!
Veja!
Observe o amor por ti
Que emana do Pierrô!


O pierrô chora
Morre o pierrô
Afogado em lagrimas
Do vazio e da saudade
Por amor
De amor.


 E.S.G.C.

Humano, desumano


Queria poder ser uma bomba ambulante
Para estar prestes a explodir
A todo o instante
Dizimando a raça humana
Tal, tão desumana
Numa explosão subta
De proporção fatal
Exterminando tais seres
Miseráveis, podres
Seres desumanos
Seres cultuam as inversões
Inversões de valores
Inversões de sentimentos
Seres insensíveis
Seres medíocres
Sem sentimentos reais
Não há verdade
Não há sinceridade
Seres vivos miseráveis
Raça humana, desumana
Queria eu poder
Ser uma bomba
Atômica, H
Fazer: kboom!
Kaboom! Kaboom!
Nada sobrar
Ninguém sobreviver
Nada restar
Sentença sumaria
Julgamento radical
Acabando com os humanos
Acabando com o mal
Sem vida
Sem sentimento
Sem pensar
Sem sofrer!
Kboom! Kboom!
E o ser ordinário
O ser humano
Então desaparecer.


E.S.G.C.

A poesia e o poeta


O romantismo morre
Degradando ao segundo
Degradando aos minutos
Morre o romantismo


O poeta romântico morre
Crime em milionésimos
Milionésimos de segundos
Morre o poeta romântico


Insensíveis são as mulheres
Que matam a poesia
Que matam o poeta
As mulheres são insensíveis


A poesia às enaltecem
O poeta às cortejam
E elas, frias, frias...
As então o desprezam


Não há! Não haverá!
Um só romântico
Na face desta terra
A mulher os matou


Morre a poesia
Morre o poeta
A fome os devorarão
Fome por uma mulher


Não mais aquentam, os braços
Me acabo na mão
Morro clamando-te
Morro declamando-a, a ti


A chama poética se apaga
Com a frieza da mulher
Atormentando a mente poética
Morre a poesia
Morre o poeta


Eis dado o lado
Feita a necropsia
Em resultado efetivo
Morta a poesia
Morto o poeta


Extintas da existência
Imposição cruel
Pobres são:
A poesia e o poeta.


E.S.G.C.

Puro amor puro


Lençóis brancos revestem o leito.
Que nos deitamos em vermelho
Amplos metros quadrados
Em que nossos corpos passeiam
Sem importa-se com a direção
Não quebrando a simbiose


Às vezes, íamos ao chão.
Ocupando o mesmo espaço
Dois quentes corpos em um
Sem perder o compasso
Dessa nossa dança astral


Onde brotas o botão
Rosa, branca, vermelha.
A uma bela flor, dando origem.


Seus olhos me aprisionando
Seus cabelos em me, arrastando.
Teu cheiro natural arrebata-me.
Ate o mais alto nível do êxtase
Do meu então ápice lírico


Minhas mãos deslizam
As curvaturas sinuosas de teus sinus
Descendo em reta linha
Ate o orifício da pereira
A quem fez a natureza
Daí o vermelho do amor
O branco da pureza


E.S.G.C.

Maria



Oh Maria!
Oh! Maria...


És que em tua porta
Bate a felicidade


Maria!
Maria!...


Abra teus olhos
E veja o que esta,
A tua frente, ao teu lado.


Abrace forte
Pegue na mão
E siga ate o horizonte


Em direção a sonhada
Fonte da contentação
Num mar de felicidade


Maria, Maria!
Acorda Maria!


A felicidade em tua porta bate
Permita-se vivenciar
As loucuras de um amor
A intensidade de uma paixão


Maria!
Maria, Maria!...


Não tema vivenciar
Não se prive de viver
Não se retraia
Não se reprima
Viva e vivencie...


A vida é curta Maria
Os momentos se seguem
O mundo esta a girar
E cada dia, um novo amanhecer.
Um novo sol, uma nova lua.


Maria permita-me.
Ate ti, chegar.
Te mostrarei a felicidade
O horizonte do amor
Na ardência da paixão


Maria!
Maria!
Vamos Maria......!


E.S.G.C.

Teu Nome





Eis que de longe
Vem o vento
Nos meus ouvidos
Em suaves sussurros
Sussurrar teu nome
Teu lindo nome
Que soa docemente
Na mente minha
Provocando a elevação
Do hormônio adrenalina
Estimulando o estado
Maximo do êxtase
Despertando a emoção
E da boca minha
Ecoa clamações
Clamando teu nome
Teu belo nome
O qual o vento
Em suaves sussurros
Aos meus ouvidos
De longe trás
Inquietando o corpo meu
No desejo do corpo teu
No anseio por tua alma.


E.S.G.C.

Mulher Amada


Tu és da manhã
A minha aurora


Tu és da vida
A minha vitalidade


Tu és da noite
A minha lua


Tu és do meu reino
A minha rainha


Tu és do paraíso
A minha Eva


Tu és da lascívia
A minha Afrodite


Tu és do Ébano
A minha Vênus


Tu és do céu
A minha estrela


Tu és do meu eu
A razão de amar

 E.S.G.C.

Amor eterno



Por te minha Deusa
Que habitas o Ébano
Irei ao fundo do inferno
Torrando-me por completo
Nas quentes labaredas
Transcendentes na alma


Mas como imortal és
O meu eterno amor por ti
Torno-me imortal também
Renascendo das minhas cinzas
Nas profundezas infernais
Como a ave fênix
Renasço pra ti


Por te, venho a ressuscitar-me.
Pra com você, minha Afrodite.
Eu novamente poder estar
Poder eternizar, no teu lado.
O mais puro elo


Junto a te, o tempo nos roubar.
A rigidez de nossas peles
E na energia de nossos corpos
Vir degradavelmente esgotar


Negros fios de cabelos
Tornarem embranquecidos
A natureza nos chamando
Para irmos a outro lugar
Espero que, nas diversas vidas.
Intensamente por você
Completamente com você
Quero sempre poder estar!


E.S.G.C.

Distancia





Minha alma clama
Por descanso eterno
No apagar da chama
Desta triste alma


E em um longínquo sono
Saí deste sombrio inferno
Sem este doentio som
Seja estéreo ou mono


Nesta infeliz melancolia
Derramando dos olhos sobre o rosto
E a tristeza que não se via


E as batidas desta solidão
Diversas, fortes e intensas
Se vê no pulsar do coração
Desta pobre pessoa


A minha alma lacrimeja
A dor da ausência
E a esperada recipocra
De que vos almeja


E esta tua distancia
Torna minha alma inquieta
Com esta tua ausência
Me desencadeia ânsi.



E.S.G.C.

Desprezos


O tempo esvai
Minha linda matéria
Aos poucos se decompõem
Pelos desprezos femininos


E lá se vai a matéria
Desprezada por mulheres
Cruéis seres insensíveis
E como fica o desejo material


Rompendo a simbiose
Espírito e matéria
Assinam o divorcio
Carimbado no fórum


A matéria some
Em substâncias diversas
Abaixo do solo
Sete palmos
Voltando ao pó


O espírito sobe
Em luz divina
Ao reduto do altíssimo
Dentre almas iluminadas


Não havendo o temo
Sem matéria pra decompor
Vem os desprezos
Das insensíveis femininas.


E.S.G.C.