O romantismo morre
Degradando ao segundo
Degradando aos minutos
Morre o romantismo
O poeta romântico morre
Crime em milionésimos
Milionésimos de segundos
Morre o poeta romântico
Insensíveis são as mulheres
Que matam a poesia
Que matam o poeta
As mulheres são insensíveis
A poesia às enaltecem
O poeta às cortejam
E elas, frias, frias...
As então o desprezam
Não há! Não haverá!
Um só romântico
Na face desta terra
A mulher os matou
Morre a poesia
Morre o poeta
A fome os devorarão
Fome por uma mulher
Não mais aquentam, os braços
Me acabo na mão
Morro clamando-te
Morro declamando-a, a ti
A chama poética se apaga
Com a frieza da mulher
Atormentando a mente poética
Morre a poesia
Morre o poeta
Eis dado o lado
Feita a necropsia
Em resultado efetivo
Morta a poesia
Morto o poeta
Extintas da existência
Imposição cruel
Pobres são:
A poesia e o poeta.
E.S.G.C.
Sim, pobres os poetas que amam a projeção de um amor, tão perfeito que fere, que agride, que mata os pobres poetas..
ResponderExcluirMas que viva a rica poesia que nada tem de pobre ao reproduzir o grande amor feito de dor e calor, que do abstrato concretiza-se numa linda, e talvez, fria flor.
E que os romanticos vivam e sintam e que morram em sua propria sina a viver de amor.
Bull